O aprimoramento da tecnologia aliada à saúde humana tem sido objeto de incansáveis estudos, visando não somente a melhoria na qualidade de vida da população em geral, mas também em relação ao desenvolvimento sustentável global e digital frente a viabilidade econômica. Neste diapasão, pesquisadores e a população do planeta terra têm desenvolvido uma gama de plataformas para abrigar as transações transfronteiriças através de atos praticados por meio eletrônico.
Porém, mesmo diante da célere evolução da biotecnologia nas últimas décadas, muitas inovações não são disseminadas ou não alcançam a dimensão que poderiam auferir, por simples falta de divulgação destes interessantíssimos trabalhos ou até mesmo pela extensão de áreas que a biotecnologia pode alcançar.
Desta maneira, se há uma grande diversidade de áreas aplicáveis da biotecnologia, e dentro de cada área há mais uma variedade de atividades, é de se depreender que a divulgação desses trabalhos deve ser incentivada impreterivelmente. Neste contexto, pode-se sugerir que os habitantes de cada nação contribuam com a divulgação de seus conterrâneos, para que assim a biotecnologia desenvolvida em uma região possa ter o alcance realmente proveitoso.
Enfatiza o Professor Nicolas Nogueroles Peiró, Registrador imobiliário na Espanha, que as preocupações com o futuro, ao referir-se sobre o desafio do registro eletrônico é manter a segurança jurídica do sistema, e não o desafio tecnológico. Não é uma preocupação passar a informação do papel para um sistema eletrônico, isso é possível ser feito em qualquer lugar do mundo, o problema é a segurança, a conservação das informações eletrônicas. Este é um problema debatido por técnicos em todo o mundo.
Remata o Professor Nicolas asseverando que devemos lembrar que o que realmente interessa é a qualidade dos dados e não o formato.
No que tange ao registro dos atos jurídicos a solução encontrada, até agora, na lição do mencionado Registrador imobiliário, é fazer a migração dos dados de tempos em tempos. Contudo em qualquer migração pode ocorrer perda de dados, mas todos os dados que temos no registro são muito sensíveis e muito importantes. Do ponto de vista tecnológico, perder uma, duas ou dez titularidades é um número desprezível, mas para o cidadão que tem sua titularidade perdida, questionada não é algo desprezível e sim preocupante, por isso devemos ser muito prudentes.
Conciliar conceitos do domínio da TI com correlatos às transações transfronteiriças tornadas possíveis no ambiente virtual a fim de realizar negócios jurídicos comerciais seguros. Dentre alguns mecanismos, o doutorando BITTAR, Eduardo Carlos Bianca, propõe a criptografia assimétrica. A assinatura digital é um meio de autenticação das partes contraentes em obrigação garantidora de que as partes não poderão alegar desconhecimento, ignorância.
















