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Perfil Comportamental Profissional 2030

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O perfil comportamental para os profissionais que querem estar bem posicionados no mercado em 2030, deve integrar competências técnicas com uma mentalidade voltada para sustentabilidade, inovação e impacto social.  As mudanças climáticas estão moldando as tendências de mercado em diversos setores. Governos, empresas e consumidores estarão cada vez mais focados em soluções que reduzam impactos ambientais, promovam sustentabilidade e se adaptem às novas exigências climáticas.

As mudanças tecnológicas, a inovação e a transformação digital estão transformando as exigências de habilidades, exigindo progressivamente, que o profissional tenha uma grande e rápida adaptação tecnológica, incluindo em seus projetos e ações a automação e inteligência artificial (IA), que resultados técnicos já apontam que essas duas tecnologias juntas, serão responsáveis em criar empregos, por adicionar até 9 trilhões de dólares ao PIB mundial até 2025 e impulsionar setores como engenharia de software, tecnologia da informação e análise de dados.

A abertura à inovação na agricultura não é novidade, pois é uma das atividades primarias mais tenrificas, e focando no mercado futuro, os profissionais precisam ser curiosos e analíticos, acreditando, coletando e analisando dados do campo para otimizar recursos e aumentar a produtividade, moldando-se de forma flexível para adotar soluções tecnológicas que promovam eficiência e sustentabilidade.

O profissional que vai se destacar positivamente de agora para frente, e apresentar resultados satisfatórios aos anseios do mundo, tem que apresentar habilidades-chave como: pensamento crítico, adaptabilidade e aprendizado contínuo, visão sistêmica. Sem essas quatro características, extremamente destrutivas, treináveis e processuais, será como “enxugar gelo”, fazer mais do mesmo, não haverá destaque em sua atuação.

Quem sabe vender não passa fome! Já ouviu essa expressão antes? Eu concordo, pois para vender é necessário ter habilidade que estão intrinsecamente atreladas ao sucesso, como a comunicação, a diplomacia, a negociação, a articulação política e social, para saber dialogar com diferentes partes interessadas e promover iniciativas de impacto positivo, seja em fóruns de políticas públicas ou em iniciativas locais; a autopromoção, posicionamento digital (Instagran, linkedin, whatsapp); a capacidade de educar, influenciar, compartilhar. Esses são comportamentos e habilidade totalmente ensináveis, inclusive existem processos e métodos para isso, e serão ainda superuteis e atuais no mercado futuro.

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Em casos de liderança, é necessária a adoção de modelos a inovação, inclusão, diversidade, flexibilidade e ágil. O líder do futuro, ou melhor, o líder cobiçado agora, tem habilidade de colaborar com diferentes atores (produtores, empresários, comunidade científica, ONGs, governo); valorizar a diversidade, garantindo que pequenas propriedades, as mulheres, os jovens, os adultos 60+, homossexual, tenham espaço nas tomadas de decisão e oportunidade de ocupar cargos de estratégicos devido suas competências, e não apenas participarem do quadro de colaboradores, demonstrando sua ética, responsabilidade social, empatia e justiça social.

Por mais difícil que seja acreditar, é verdade que esses comportamentos minimizam as mudanças climáticas, elas impactam pelo menos, indiretamente na vida das pessoas que rodeiam esse profissional. E existem competências comportamentais e técnicas que impactam diretamente como ter uma mentalidade de pautada no desenvolvimento sustentável, ser comprometido com práticas de produção que minimizem o impacto ambiental e priorizem o uso eficiente de insumos, e viver essa teoria, não apenas aplicar em seu ofício.

Os profissionais devem entender como suas ações afetam o ecossistema agrícola e as comunidades, pois para atingir as metas acordadas pelos dirigentes do Brasil e seus Estados, é primordial que os técnicos considerem em seus planejamentos, a integração de suas ações em todas as áreas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), promovendo uma consciência sustentável na base da empresa, onde a primeira pergunta que tem que ser feita é: qual o impacto que essa ação terá no meio ambiente? Após essa conclusão, analisar a viabilidade de execução ou meio de minimizar os impactos. E entenda, meio ambiente, como pessoa, sociedade, concorrentes, clientes, colaboradores, economia, e a natureza é claro.

Após essa análise, é importante saber lidar com os impactos das mudanças climáticas, pois toda e qualquer ação antrópica causa impacto, então desenvolver estratégias para mitigação e adaptação, essenciais para garantir a continuidade da produção (agro, indústria, mineração..), atualmente chamam isso de resiliência climática.

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Como estamos focados nessa visão futura de um mundo em constante mudança das demandas e tendencias do mercado, é primordial que o profissional que se vê inserido neste processo, se importe em cuidar do bem-estar e saúde mental, no seu ambiente de trabalho e pessoal. Após a pandemia COVID 19, a qualidade de vida virou quase que um jargão, brincadeiras a parte, te convido a se conectar com um hobby, se não tem ainda, descubra um, teste o das outras pessoas que já tem. Pratique exercícios diariamente, olhe para o céu por 10 minutos na primeira hora do seu dia, faça seus pedios de intenções, igual fazemos as metas para o trabalho.

Diante da velocidade e volume de exigências, onde os profissionais precisam ser ágeis, se adaptarem a novas políticas, tecnologias, o aprendizado contínuo deve estar inserido diariamente em nossas acoes, como escovar os dentes, portanto sugiro que alimente-se de conteúdo evolutivos através de Podcast, cursos, mentorias, e descarte o que não usa mais na sua mente, no seu e-mail, nas suas redes sociais para não ter a tal da obesidade mental, e claro, tenha uma alimentação (isso inclui o que bebemos também) para não acabar tendo a obesidade física mesmo.

Essas são dicas e reflexões que trago para quem quer se preparar para o mercado futuro, para quem quer ter uma alta performance de atuação e sucesso profissional, e claro financeiro. E falando em finanças, como estou descrevendo um perfil profissional ideal para o que mundo está nos pedindo, o entendimento financeiro é fundamental para garantir que práticas sustentáveis e de inovação sejam economicamente viáveis. E, como não conseguimos separar quem somos no pessoal de quem somos como profissionais, todas essas características devem ser aplicadas primeiramente em você, e depois na sua vida profissional.

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